A Nave

A Nave Gris Cia Cênica, coordenada por Kanzelumuka e Murilo De Paula, nasceu em 2012 na cidade de São Paulo do encontro entre artistas de linguagens distintas e dedica-se, desde então, à pesquisa e desenvolvimento da cena como campo de pluralidade, espaço expandido e limiar entre dança, teatro e performance. Em sua prática criativa é fundamental o trabalho em parceria com artistas convidados, criando territórios de fricções onde cada um dos criadores se encontram no fazer a partir de suas diferenças e afinidades estéticas e técnicas, construindo trabalhos onde divergências e convergências tornam-se presentes como procedimentos de criação e matéria poética. As culturas afro-brasileiras e ameríndias estão presentes no trabalho da companhia como motores na pesquisa e produção de estéticas contemporâneas que afirmam a multiplicidade de vozes, corpos e pensamentos que nos constituem como latino-americanos. Para além da produção artística, a Nave Gris promove encontros e mostras com o objetivo de constituir e ampliar redes de trabalho e fortalecer a presença de artistas e produções pouco reconhecidas nos circuitos oficiais da arte.

Espetáculos e Performances

 

A-VÓS

CORREDEIRA

MINHA CABEÇA ME SALVA OU ME PERDE

 

DIKANGA CALUNGA

POÉTICAS DO DESACONTECER

PROJETOS

 

VISÍVEL+NAVE Encruzilhada Ocupação Cênica

Encontro Mulheres Negras na Dança

Oficina“Dança Negra Contemporânea – procedimentos de criação cênica”

Textos e publicações

MULHERES NEGRAS NA DANÇA

Kumbhakarna

TRAJETÓRIA

Acompanhe a trajetória

  • 2012

    Nasce a Nave

    A Cia. nasce do encontro de quatro artistas, Murilo De Paula, Kanzelumuka, Diogo Cardoso e Ana Musidora, com formações diversas tinham em comum uma recente experiência com o Butô, importante influência para a companhia. Nestes primeiros meses de trabalho, a Nave se dedicará à pesquisa e realização da performance Poéticas do Desacontecer, primeiro trabalho da companhia, com inspiração no poema "Carreta pantaneira" de Manoel de Barros, e que se estruturava a partir da relação corpo - tempo - arquitetura.

  • 2013-2014

    Dikanga Calunga

    Pesquisa, criação e estreia do espetáculo Dikanga Calunga (Mar distante), solo dança negra contemporânea, trata das relações entre ancestralidade e contemporaneidade, partindo, para sua construção dramatúrgica e coreográfica, do estudo dos arquétipos femininos presentes nas mitologias e manifestações tradicionais de origem banto (congo-angolanas), tendo como maior referencial o candomblé angola. Com concepção de Kanzelumuka e Murilo De Paula, o trabalho foi criado em parceria com os músicos Sandro Lima e Leandro Perez.

  • 2014

    Minha Cabeça Me Salva ou Me Perde

    Pesquisa e criação da performance, inspirada nos mitos iorubanos e bantos, de Iemanjá e Kayaia em que essas divindades aparecem como as donas das cabeças. A performance foi realizada em setembro durante o Ciclo de Palestras Arte em Foco, da Funarte de Belo Horizonte.

  • Março de 2015

    Dikanga Calunga

    Temporada do espetáculo no Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo, integrando a Mostra Mulher Criadora em Dança.
    Apresentação na Ação Educativa dentro da Mostra de Artes Cênicas das Estéticas das Periferias.

  • Junho de 2015

    Encontro Mulheres Negras na Dança.

    Contemplado pelo Concurso de Apoio a Projetos de Proteção e Promoção das Culturas Negras no Estado de São Paulo - ProAC nº 29/2014 e realizado em Taboão da Serra e no bairro Campo Limpo em São Paulo, promoveu o encontro e troca artística entre coreografas e bailarinas negras, oferecendo gratuitamente ao público local roda de conversa com as artistas convidadas, espetáculos e oficinas de dança.

  • Maio de 2016

    VISIVEL+NAVE Encruzilhada Ocupação Cênica

    Projeto selecionado pelo edital Cena Aberta FUNARTE 2016 da Sala Renée Gumiel. Realizado pela Nave Gris Cia Cênica e o Visível Núcleo de Criação, reuniu trabalhos autorais em dança contemporânea, produzidos de forma independente e voltados para a investigação da linguagem cênica a partir de motrizes presentes nas culturas populares e manifestações culturais afro-brasileiras, bem como, a exploração no campo das teatralidades expandidas; além de oficina e bate-papos.

  • Setembro de 2016

    Projeto A-VÓS

    A Nave Gris é contemplada pela primeira vez pelo Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo em sua 21ª Edição com o Projeto A-VÓS (manutenção e aprofundamento das pesquisas da companhia, circulação das obras de dança Minha Cabeça me Salva ou me Perde e Brevidade, realização do II Encontro Mulheres Negras na Dança e estreia de novo espetáculo, A-VÓS).

  • Julho de 2017

    II Encontro Mulheres Negras na Dança

    Realiza a segunda edição o Encontro Mulheres Negras na Dança como uma das ações do Projeto A-VÓS, contemplado pela 21ª Edição do Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

  • Setembro de 2017

    10ª Edição da Bienal Sesc de Dança

    A Nave Gris participa de 10ª Edição da Bienal Sesc de Dança em Campinas com a estreia do espetáculo Corredeira.

  • Novembro de 2017

    Negras Danças - Diálogos Transversais

    Projeto realizado pelo Sesc Consolação com idealização e curadoria da Nave Gris Cia Cênica em que cada espetáculo foi precedido de uma conversa do público com uma griô, artista e/ou pensadora negra, aproximando dois aspectos centrais na sustentação e transmissão de saberes nas comunidades negras, a dança e a oralidade, de forma a abrir campos de fruição e reflexão estética, ética e política sobre a presença e representação do sujeito negro na dança e mais amplamente na sociedade e cultura.

  • Dezembro de 2017

    V Prêmio Denilto Gomes de Dança

    A Nave Gris recebe pela realização do II Encontro Mulheres Negras na Dança o Prêmio Denilto Gomes - categoria Projeto em Dança.

  • Abril de 2018

    A- VÓS

    Estreia e temporada do espetáculo A-VÓS, última ação do Projeto A-VÓS, contemplado pela 21ª Edição do Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

Artistas da Nave

Artistas Convidados

Agenda

Contate a NAVE